Um olhar para o futuro
Acabo de ler o recentíssimo "O prélio cavalo preto e a rainha branca rosa" do já amigo e tão citado aqui Daniel Perico Graciano. A obra REVOLUCIONARIA trata, com um toque de humor, da clássica guerra de Tróia, trazendo-a té nossos dias em inúmeras comparações com as guerras da atualidade.
porque revolucionaria?
A revolução é estética, formas inéditas, estilos totalmente surpreendentes. Há na obra uma mistura e invensão rítmos exêntricos; uma condensação imagética que renderia um volume completo de raicais a cada página; a riqueza do vocabulário impressiona (não raras em que a temática instantânea evoca frases em latim, grego e nos deixa em contato até mesmo com os ideogramas chineses); há uma capacidade da "bifurcação" para assuntos relacionados até que complete um vicioso circulo de informações dentro das orações complementares; o uso de uma aliteração quase saturnina é constante, isso reforça ainda mais a riqueza poética. Os personagens dialogam em realidade totalmente atual, isso dá um maravilhoso constraste com a narrativa complexa de raízes ideogrâmicas.
Há uma forte ruptura, a ridicularização do velho, o culto ao novo, ao tempo real, talvez inesistente, porém pratico.
Parafraseando Ezra Pound: "os artistas são antenas da raça"
http://www.agbook.com.br/book/118508--O_prelio_cavalo_preto_e_a_rainha_branca_rosa
http://www.editoramultifoco.com.br/literatura-autores.php?idAutor=489
porque revolucionaria?
A revolução é estética, formas inéditas, estilos totalmente surpreendentes. Há na obra uma mistura e invensão rítmos exêntricos; uma condensação imagética que renderia um volume completo de raicais a cada página; a riqueza do vocabulário impressiona (não raras em que a temática instantânea evoca frases em latim, grego e nos deixa em contato até mesmo com os ideogramas chineses); há uma capacidade da "bifurcação" para assuntos relacionados até que complete um vicioso circulo de informações dentro das orações complementares; o uso de uma aliteração quase saturnina é constante, isso reforça ainda mais a riqueza poética. Os personagens dialogam em realidade totalmente atual, isso dá um maravilhoso constraste com a narrativa complexa de raízes ideogrâmicas.
Há uma forte ruptura, a ridicularização do velho, o culto ao novo, ao tempo real, talvez inesistente, porém pratico.
Parafraseando Ezra Pound: "os artistas são antenas da raça"
http://www.agbook.com.br/book/118508--O_prelio_cavalo_preto_e_a_rainha_branca_rosa
http://www.editoramultifoco.com.br/literatura-autores.php?idAutor=489
